O quarto episódio do GameFi Café Talks contou com uma convidada de destaque: Heloisa Passos (Helo), empreendedora e veterana do mercado cripto desde 2017. Em um papo leve, mas cheio de insights, a conversa percorreu temas que vão de Axie Infinity até cartas de Pokémon, com reflexões sobre o futuro da Web3.
Helo entrou no universo cripto quando tudo ainda estava começando. Em 2020, quando iniciou no Axie, o jogo tinha menos de 6 mil jogadores no mundo, e os Axies custavam cerca de 16 dólares.
Com o crescimento do mercado, ela viu de perto a expansão:
Além disso, construiu uma das maiores comunidades da América do Sul e hoje lidera a Trex, empresa focada em monetização para influenciadores e times de esports.
A resposta da Helo é direta: depende de como você joga o jogo.
Segundo ela, existem dois caminhos:
🎯 Visão de longo prazo (infraestrutura e tecnologia) → potencial de liberdade financeira
🎰 Mentalidade de “ficar rico rápido” → vira um cassino digital
Ela também reforça que o mercado cripto é, antes de tudo, um mercado — com riscos, especulação e volatilidade, assim como a bolsa tradicional, porém ampliados.

Mesmo experiente, Helo também enfrentou momentos difíceis — ou chegou perto disso.
Ela evitou grandes perdas sendo conservadora, mas citou exemplos como:
A lição? 👉 Disciplina e estratégia importam mais do que hype.
Um dos momentos mais interessantes foi a comparação entre cartas de Pokémon e NFTs.
À primeira vista, parecem semelhantes: ambos são colecionáveis. Mas Helo destaca diferenças importantes:
🧠 Tempo de mercado
Pokémon: ~30 anos construindo valor
NFTs: menos de 10 anos
❤️ Valor emocional vs especulação
Pokémon → nostalgia, cultura e paixão
NFTs → muitas vezes hype e promessa de lucro
📢 Narrativa
Helo levanta um ponto:
“Prefiro chamar NFTs de colecionáveis digitais.”
A percepção muda tudo.
A discussão sobre uma carta de Pokémon vendida por milhões trouxe outro insight: influenciadores podem inflar mercados.
Quando entram grandes nomes:
Isso vale tanto para Pokémon quanto para cripto.
A resposta é simples: os dois.
Tudo depende da intenção:
No final, o preço de um item raro é claro: “Vale o quanto alguém está disposto a pagar.”
Seja uma carta, uma skin ou um item histórico, o valor é subjetivo.
Para Helo, a Web3 já é uma realidade, mas ainda em construção.
Pontos-chave:
A tendência? 👉 Blockchain invisível para o usuário, mas essencial nos bastidores.
Mesmo após anos no mercado, Helo é clara: sim, ainda vale.
Motivos:
Mas com um aviso: 👉 Não espere repetir a “loucura” dos ciclos passados.
O episódio 4 do GameFi Café mostra um mercado Web3 em evolução, saindo do hype e caminhando para aplicações reais.
Entre Axies, cartas de Pokémon e reflexões sobre valor, fica claro: o futuro não é apenas sobre tecnologia, mas sobre como as pessoas se conectam com ela.
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