ARTIGO

O guia definitivo de assinaturas gamer.

Mauricio Flores

há um dia

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Houve um tempo em que comprar um videogame significava ir à loja, levar um disco para casa e ser o dono desse conteúdo para sempre. Hoje, a indústria mudou para um modelo de jogo como serviço, onde as assinaturas pagas são o padrão. Essa mudança gerou uma gama de opções que vão desde o simples acesso ao multijogador até bibliotecas imensas que prometem centenas de horas de entretenimento por uma taxa mensal.


Acesso ao jogo online

Este modelo permite desfrutar de partidas com amigos através da internet e oferece a segurança de salvar seus progressos na nuvem para nunca mais perdê-los. Além disso, costuma incluir alguns jogos mensais que você pode adicionar à sua biblioteca pessoal e jogar enquanto mantiver o pagamento ativo.

A principal desvantagem é que, se você decidir parar de pagar a mensalidade, perde imediatamente o acesso às funções multijogador e, em alguns casos, a todos os títulos que havia resgatado nos meses anteriores. É, basicamente, um pedágio obrigatório para usar as capacidades sociais do seu console.

Exemplos: PlayStation Plus Essential, Xbox Game Pass Core e Nintendo Switch Online.


A biblioteca "infinita"

Oferece o direito de entrar em uma biblioteca imensa com centenas de títulos de todos os tipos sem ter que comprar cada um separadamente. É a opção ideal para quem devora muitos jogos por ano, pois permite testar novidades e grandes sucessos constantemente por um pagamento fixo.

O maior inconveniente é a rotatividade dos jogos: um título que você ama hoje pode desaparecer do catálogo no mês que vem porque você não é o dono da licença. Você está alugando tempo de jogo, não comprando o produto.

Exemplos: Xbox Game Pass Ultimate (PC e Console) e PlayStation Plus Extra/Premium.


Assinaturas de marcas específicas

Permite acessar as versões mais completas dos jogos de uma única empresa, incluindo grandes lançamentos desde o primeiro dia e conteúdo extra como moedas virtuais ou trajes exclusivos. É excelente para fãs fiéis de uma franquia em particular que querem ter tudo.

A desvantagem é que seu conteúdo é muito limitado; se você parar de jogar títulos dessa marca, a assinatura perde seu valor rapidamente e se torna um gasto desnecessário somado a outros passes que você já possa estar pagando mensalmente.

Exemplos: Ubisoft+ (PC e Console), EA Play (PC e Console) e GTA+ da Rockstar Games.


O modelo familiar e simples

Oferecem uma experiência muito limpa e segura, eliminando completamente os anúncios publicitários e as irritantes compras dentro dos aplicativos. É um modelo ideal para famílias porque todo o conteúdo está incluído, garantindo um ambiente livre de microtransações para os mais novos.

Por serem sistemas mais fechados, a variedade de gêneros é menor e você não encontrará os grandes jogos de ação ou esportes que costumam dominar os consoles mais potentes. Focam mais na diversão casual e no jogo compartilhado em casa.

Exemplos: Play Pass do Nex PlayGround e Apple Arcade.


Jogo na nuvem (Cloud Gaming)

Permite desfrutar dos títulos mais exigentes sem a necessidade de um computador potente, já que o processamento ocorre em servidores remotos. Você só precisa de uma tela e uma conexão estável para jogar em qualquer lugar, de um celular a um laptop antigo.

Sua maior fraqueza é a dependência absoluta de uma conexão de internet de alta velocidade; se o sinal falhar ou estiver instável, a experiência torna-se lenta ou diretamente injogável. Além disso, o consumo de dados é altíssimo se você não usar fibra óptica.

Exemplos: GeForce NOW (PC e navegadores), Xbox Cloud Gaming e Amazon Luna.


Assim como no caso dos serviços de streaming, a indústria caminha para uma sobrecarga de assinaturas onde o usuário deverá escolher cuidadosamente onde colocar seu dinheiro. No fim das contas, o modelo que sobreviver será aquele que conseguir equilibrar um preço justo com a exclusividade de conteúdo que realmente nos importa.

Olhando para o futuro, é muito provável que vejamos o desaparecimento da propriedade física em favor das licenças digitais.

Com tantas mensalidades, você não sente falta, às vezes, de soprar um cartucho e saber que aquele jogo seria seu para sempre? Pelo menos o cartucho não pedia para você aceitar novos termos de serviço nem cobrava uma assinatura extra só para poder usar o segundo controle!

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