A chegada de Split II ao Valorant Console traz de volta um dos mapas mais táticos do shooter da Riot, agora com ajustes que preservam a essência do mapa original enquanto introduzem mudanças em sua distribuição e na forma como as rodadas acontecem. Seu design continua recompensando a coordenação, o uso inteligente das habilidades e, acima de tudo, o controle das áreas-chave antes de tentar garantir qualquer um dos bomb sites.
Diferentemente de outros mapas, onde os confrontos costumam acontecer em áreas abertas, Split II concentra grande parte da ação em corredores estreitos, ângulos fechados e posições elevadas. Embora existam diversas composições viáveis, três agentes se destacam pelo impacto que podem causar tanto no ataque quanto na defesa: Cypher, Omen e Killjoy.
Em um mapa onde flancos e rotações podem decidir uma rodada, Cypher continua sendo um dos Sentinelas mais confiáveis para manter o controle do mapa sem precisar se expor constantemente.
Sua maior força está na capacidade de monitorar várias áreas ao mesmo tempo por meio de seus dispositivos. As Trapwires detectam o avanço dos inimigos e obrigam os adversários a revelar sua posição ou gastar recursos para destruí-las, enquanto sua Spycam fornece informações constantes sobre corredores e acessos importantes sem que o agente precise abandonar sua posição.
Em Split II, essas ferramentas são especialmente úteis para controlar o Mid, uma das áreas mais disputadas do mapa. Manter visão sobre essa região limita significativamente as opções de rotação da equipe adversária e permite reagir com muito mais rapidez a qualquer tentativa de dividir o ataque.
Além de fornecer informações, Cypher também ajuda a ganhar tempo. Cada segundo que um inimigo dedica para destruir uma Trapwire ou localizar uma Spycam pode ser suficiente para que o restante da equipe faça a rotação e reforce o bomb site ameaçado.
Se existe um Controlador capaz de tirar o máximo proveito do design de Split II, esse agente é Omen. Seu conjunto de habilidades foi desenvolvido para manipular a visão dos inimigos e gerar incerteza durante toda a rodada, algo especialmente eficaz em um mapa onde os confrontos costumam acontecer através de corredores estreitos e múltiplos ângulos.
Suas fumaças de longo alcance permitem bloquear linhas de visão fundamentais antes que a equipe atacante execute uma entrada ou dificultar o avanço dos adversários durante a defesa. Ao reduzir as informações disponíveis para o time inimigo, Omen força decisões mais arriscadas e facilita que seus companheiros controlem posições estratégicas.
No entanto, a utilidade de Omen vai muito além do controle de visão. Seus teletransportes permitem reposicionar-se rapidamente, alcançar áreas elevadas ou surpreender os adversários a partir de locais inesperados, gerando pressão constante mesmo quando a equipe inimiga acredita ter controle total de uma região do mapa.
Sua habilidade suprema também desempenha um papel importante em Split II. Ela permite realizar rotações rápidas entre os bomb sites, obter informações sobre a posição dos inimigos ou até mesmo forçar reações que alterem a estratégia da equipe adversária nos momentos mais decisivos da rodada.
Quando o objetivo é manter uma posição pelo maior tempo possível, Killjoy continua sendo uma das melhores escolhas entre os agentes de Valorant. Sua Turret fornece informações automáticas sobre a movimentação dos inimigos e pode obrigar os adversários a revelar sua posição antes mesmo do início de um confronto. Além disso, seu Alarmbot detecta inimigos que atravessam áreas estratégicas e aplica o efeito Vulnerável, facilitando eliminações rápidas por parte da equipe defensora.
Em Split II, onde os acessos aos bomb sites geralmente passam por corredores estreitos, essas ferramentas são extremamente eficientes para retardar as execuções inimigas. Mesmo quando seus dispositivos são destruídos, eles já cumpriram uma função importante ao revelar a direção do ataque.
Sua habilidade suprema, Lockdown, continua sendo uma das utilidades mais decisivas para defender ou retomar um bomb site. A ameaça de deixar os adversários detidos obriga a equipe inimiga a abandonar posições importantes ou investir recursos para destruir o dispositivo antes da ativação, o que pode mudar completamente o rumo de uma rodada.
Independentemente da escolha dos agentes, Split II mantém uma característica que sempre definiu o mapa: controlar o Mid costuma determinar o ritmo da partida.
Dominar o Mid abre diversas possibilidades para dividir ataques, realizar rotações mais rápidas e impedir que a equipe defensora concentre todos os seus recursos em apenas um bomb site. Por outro lado, perder essa área reduz significativamente as opções estratégicas e facilita que os adversários antecipem cada movimentação. Por esse motivo, muitas equipes priorizam o uso de habilidades nos primeiros segundos da rodada para garantir o controle do Mid antes de executar um ataque completo.
A coordenação também é essencial. Combinar fumaças, armadilhas, habilidades de reconhecimento e utilitários para retardar o avanço inimigo costuma gerar resultados muito melhores do que utilizar cada recurso de forma isolada. Em um mapa tão tático quanto Split II, a comunicação constante entre os integrantes da equipe pode fazer toda a diferença entre manter uma posição ou perder o controle do bomb site.
Embora não exista uma única composição capaz de garantir vitórias em todas as partidas, a maioria das equipes equilibradas conta com um Sentinela, um Controlador, um Iniciador e um ou dois Duelistas. Essa formação oferece o equilíbrio ideal entre controle de mapa e capacidade de executar ataques coordenados.
Nesse contexto, Cypher ou Killjoy oferecem a segurança necessária para defender posições e coletar informações importantes, enquanto Omen fornece o controle indispensável para limitar a visão dos adversários e criar oportunidades mais seguras para as entradas da equipe. Os Iniciadores complementam essa estratégia revelando posições inimigas ou enfraquecendo as defesas antes do avanço, enquanto os Duelistas aproveitam o espaço criado para garantir as eliminações.
As tendências observadas no cenário competitivo também mostram que Split continua recompensando a coordenação e o controle territorial muito mais do que execuções rápidas ou confrontos individuais. Manter o domínio das áreas-chave costuma trazer resultados mais consistentes do que depender apenas de jogadas mecânicas para vencer cada rodada.
0
0
NEWSLETTER
Inscreva-se!
E fique por dentro das últimas novidades
Outras novidades que podem te interessar
Etiquetas